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Leituras |
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Verás almas diversas, sofrimento E nelas outros erros cometidos, E os tantos dias duros, presumidos Aonde algum cenário ainda tento, Sangrando dentro em mim cada momento E nele outros diversos resumidos Nos erros e nos passos carcomidos Cerzindo o mais
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Sonetos |
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Segunda morte após a própria morte No quanto ainda tento alguma luz E a vida quando ao nada me conduz Deveras no vazio me comporte, E traça em desacerto o ledo norte E neste desenhar já não produz Senão este cenário em contraluz E nele outro caminho não
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Sonetos |
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Outros ledos verás após a queda De quem se fez audaz, mas mesmo assim Sabendo do vazio dentro em mim Palavra com ternura não mais seda E quando na verdade a vida enreda E traça outro cenário e sei do fim Gerando tão somente este estopim E nele o corte tr
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Sonetos |
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Das chamas contumazes nada trago Senão a mesma ausência de esperança E quando a voz sozinha ao vão se lança Prepara tão somente o ledo afago E o corte noutro tanto agora alago Com medo e com terror, sem temperança A vida na verdade não alcança Sequer o m
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Sonetos |
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De Deus apenas quero o quanto tenho E nada mais preciso para a vida Enquanto se prepara outra saída A sorte se desenha em ar ferrenho, O medo na verdade se o contenho Não deixa se antever a despedida, A sorte com carinho sendo urdida Não deixa outro sin
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Sonetos |
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Se lá subir além do quanto pude Vencendo os meus anseios mais audazes E neste caminhar a vida em fases Transcorre noutro tom, velha atitude E o risco de sonhar tanto transmude O passo no desejo onde desfazes Os trâmites medonhos e vorazes Aonde a própria
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Sonetos |
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Espírito diverso aonde eu vira A sorte desdenhosa e mais cruel, O quanto desenhando em dor e fel O caos gerando após leda mentira, O sonho na verdade se retira E marca o meu caminho em carrossel, A queda se aproxima e marca o véu Tramando o quanto o te
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Sonetos |
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Quando eu deixar seara desta vida Em busca do quem sabe e do talvez Ainda mesmo quando o nada vês A sorte noutra face decidida, Esbarro no cenário onde a partida Explode em procissões e não mais crês No fausto aonde o nada se desfez E gera outra verdade,
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Sonetos |
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Do céu ainda um brilho poderia
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Minha lei se molda no non sense
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Move-se o canto aonde nada existe
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E veja os maus momentos onde eu pude
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À porta eu nada vejo senão isso,
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Que, até onde disseste o quanto sou
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Porque este cenário agora vês
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Por esse deus vendido como tal
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Vate; em cada sonho aonde um dia
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Feliz, por ela ter já discernido
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Mas tem no descaminho esta faceta
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Em toda parte impera o desmazelo
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Sonetos |
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