SONETANDO

ESPERANÇA LEDA, CAMINHO AO OCASO. FIM DE JOGO...

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Título Categoria Data Leituras
Verás almas diversas, sofrimento E nelas outros erros cometidos, E os tantos dias duros, presumidos Aonde algum cenário ainda tento, Sangrando dentro em mim cada momento E nele outros diversos resumidos Nos erros e nos passos carcomidos Cerzindo o mais Sonetos 09/09/10 9
Segunda morte após a própria morte No quanto ainda tento alguma luz E a vida quando ao nada me conduz Deveras no vazio me comporte, E traça em desacerto o ledo norte E neste desenhar já não produz Senão este cenário em contraluz E nele outro caminho não Sonetos 09/09/10 3
Outros ledos verás após a queda De quem se fez audaz, mas mesmo assim Sabendo do vazio dentro em mim Palavra com ternura não mais seda E quando na verdade a vida enreda E traça outro cenário e sei do fim Gerando tão somente este estopim E nele o corte tr Sonetos 09/09/10 1
Das chamas contumazes nada trago Senão a mesma ausência de esperança E quando a voz sozinha ao vão se lança Prepara tão somente o ledo afago E o corte noutro tanto agora alago Com medo e com terror, sem temperança A vida na verdade não alcança Sequer o m Sonetos 09/09/10 1
De Deus apenas quero o quanto tenho E nada mais preciso para a vida Enquanto se prepara outra saída A sorte se desenha em ar ferrenho, O medo na verdade se o contenho Não deixa se antever a despedida, A sorte com carinho sendo urdida Não deixa outro sin Sonetos 09/09/10 1
Se lá subir além do quanto pude Vencendo os meus anseios mais audazes E neste caminhar a vida em fases Transcorre noutro tom, velha atitude E o risco de sonhar tanto transmude O passo no desejo onde desfazes Os trâmites medonhos e vorazes Aonde a própria Sonetos 09/09/10 1
Espírito diverso aonde eu vira A sorte desdenhosa e mais cruel, O quanto desenhando em dor e fel O caos gerando após leda mentira, O sonho na verdade se retira E marca o meu caminho em carrossel, A queda se aproxima e marca o véu Tramando o quanto o te Sonetos 09/09/10 1
Quando eu deixar seara desta vida Em busca do quem sabe e do talvez Ainda mesmo quando o nada vês A sorte noutra face decidida, Esbarro no cenário onde a partida Explode em procissões e não mais crês No fausto aonde o nada se desfez E gera outra verdade, Sonetos 09/09/10 6
Do céu ainda um brilho poderia Sonetos 09/09/10 2
Minha lei se molda no non sense Sonetos 09/09/10 3
Move-se o canto aonde nada existe Sonetos 09/09/10 2
E veja os maus momentos onde eu pude Sonetos 09/09/10 1
À porta eu nada vejo senão isso, Sonetos 09/09/10 1
Que, até onde disseste o quanto sou Sonetos 09/09/10 2
Porque este cenário agora vês Sonetos 09/09/10 1
Por esse deus vendido como tal Sonetos 09/09/10 1
Vate; em cada sonho aonde um dia Sonetos 09/09/10 1
Feliz, por ela ter já discernido Sonetos 09/09/10 3
Mas tem no descaminho esta faceta Sonetos 09/09/10 2
Em toda parte impera o desmazelo Sonetos 09/09/10 2
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